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Sábado, 21 de Julho de 2012

Reiki: pagar ou não pagar, eis a questão

O tema do pagamento na prática do Reiki é objeto de apaixonadas discussões e debates, situação normal em tudo o que envolve práticas espiritualistas e pagamento.

 

O Reiki é uma prática espiritualista pois fundamenta-se na canalização da energia universal/cósmica vital, neste caso através das mãos. É uma técnica terapêutica de harmonização energética em que o cliente, o recetor, obtém um estado de paz interior decorrente do equilíbrio conseguido através da referida harmonização. A harmonização e equilíbrio obtidos através do Reiki podem traduzir-se em efeitos de cura. No entanto, esses efeitos estão sempre dependentes do merecimento próprio e da alteração das causas que provocaram a falta de saúde.

 

No S. Miguel terapias pratica-se o Reiki gratuitamente porque somos um grupo de terapeutas de diferentes linhas – do Reiki tradicional (Usui Reiki Ryoho) à energização quântica (OmRom e Rometria) – que se disponibiliza no seu tempo livre em horário pós laboral para ajudar quem recorre a este espaço. A nossa opção de gratuitidade não implica crítica ou confronto com quem quer que seja. Fazer-se pagar ou não, depende das opções e condições de cada terapeuta.

 

Sobre esta matéria há posições extremadas que vão desde o princípio de que no Universo tudo se troca e que a ausência dessa troca, que não tem de ser em dinheiro, implica o contrair dívida kármica até à posição diametralmente oposta que é a de que aqueles que cobram pelo Reiki alimentam a união com entidades de baixa envergadura espiritual.

 

É nosso entendimento que, como em tudo na vida, o bom senso é bom conselheiro.

Partilhamos da opinião de Sandra Ramos e Jorge A. Ramos que dizem o seguinte sobre “O Pagamento Ideal” no Reiki:

 

«A Energia é de Amor Incondicional e flui independentemente das regras que o ego humano impõe, ou não. […] Comenta-se também que quando as pessoas pagam, ainda que muito pouco, não se sentem em dívida. Conta-se uma história da Srª Takata, que iniciou os vizinhos e a família deles sem qualquer troca, para que pudessem trabalhar consigo próprios na sua cura; contudo estas pessoas continuaram a pedir a Takata para lhes dar Reiki, porque "o dela era melhor". Esta história é geralmente aproveitada para afirmar: "quem não paga o Reiki, não dá valor".

[…] algumas pessoas que frequentaram os nossos cursos e não puderam pagar, tiveram também transformações profundas nas suas vidas e, mais interessante: não se sentiram em dívida!

Outra coisa também é certa: quem dedica a sua vida às terapias ou aos cursos, parcial ou integralmente, tem de continuar a viver, tem de continuar a vestir-se, alimentar-se e a ter oportunidade para continuar a ter os seus prazeres terrenos; tem também de valorizar o seu tempo e a sua atitude. Quantos de nós Reikianos gostaria de se dedicar a fazer terapias ou a dar cursos a tempo inteiro?

Certamente que... muitos!

E quantos de nós, arrisca esse passo no vazio?

Certamente que... muito poucos!

E dos poucos que têm a coragem de o dar, quantos querem enriquecer com o Reiki?

Nenhum!

E quantos querem empobrecer?

Nenhum!

Então, talvez seja necessário equilibrar ambos os pratos da balança.

Pagar ou não pagar, pagar muito ou pagar pouco, o que é importante é que a pessoa que toma essas decisões, sinta que essas são as decisões certas em função da sua realidade, em função da sua situação social, em função das suas necessidades e não em função do que os outros dizem que deve ser ou não ser, isto porque cada ser é único e possui uma realidade diferente - e é essa realidade que é a certa. Para concluirmos, parece-nos haver uma fórmula muito simples que o Ser Humano ainda não conseguiu entender na sua totalidade e que traduz tudo aquilo que estamos aqui a expor:

Reiki = Amor Incondicional

Esta sim, talvez seja a única regra que o Reiki irá permitir que nós, humanos, criemos. Compreendê-la, aceitá-la e integrá-la no nosso Ser, ou não, está literalmente nas nossas mãos.»

 

Portanto, e em nossa opinião, pagamento ou não pagamento é uma questão do foro íntimo de cada terapeuta e não de determinações a que a prática do Reiki esteja obrigada.

publicado por smiguelterapias às 15:53
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2012

Quem foi Mikao Usui? - a história atual

A história de Mikao Usui e do Reiki conhecida no Ocidente decorre do que foi sendo divulgado pela Srª Hawayo Takata. Hawayo Takata era uma norte americana de origem japonesa, que se deslocou ao Japão para tratar de assuntos familiares. Doente e aguardando por uma operação melindrosa, teve conhecimento dum novo tratamento - o Reiki - e decidiu experimentar tratar-se com o Dr. Chujiro Hayashi, um dos discípulos de Mikao Usui. Curou-se, tornou-se sua discípula e foi a divulgadora do Reiki nos Estados Unidos da América.

Mas confrontou-se com o sentimento anti japonês existente na sociedade norte americana que tinha bastante viva na memória o ataque de Pearl Harbor. Para contornar essa dificuldade a Srª Takata foi compondo uma história do Reiki que fosse mais facilmente aceite, transformando Mikao Usui em católico e estudante duma Universidade norte americana juntando-lhe pormenores bibliográficos que se foram avolumando com o tempo e distorcendo os factos numa lógica de “quem conta um conto acrescenta um ponto”.

À medida que o Reiki se foi expandindo, os terapeutas mais conscienciosos, ou simplesmente curiosos, começaram a tentar saber mais da vida de Usui e rapidamente se tornou claro que a história da Srª Takata tinha sido ocidentalizada de modo a ser aceite mais facilmente.

Fuminori Aoki, fundador do Reido-Reiki, comenta esta matéria com a conhecida prudência oriental: «A história do método Reiki trazida ao Japão apresentava muitos traços de uma versão da intenção, por parte da Sensei Hawayo Takata, de fazê-lo ser aceite pelos ocidentais, especialmente em relação à história do Sensei Usui. Deste modo, houve várias incorreções. Consideramos, porém, que esses erros são aceitáveis porque, mesmo no Japão, temos poucos meios de saber sobre a vida do Sensei Usui.»

Dos vários investigadores que foram pesquisando a vida de Usui optámos pela linha do tempo elaborada por James Deacon.

Como é bastante extensa, transcrevemos apenas alguns dos itens dessa lista:

 

 

Mikao Usui e a terapia Reiki

 

Parte 3

 

REIKI HISTORY TIME-LINE  Copyright © 2002/7 James Deacon Version 1.30

[Este documento pode estar desatualizado face a novos factos que vão sendo conhecidos]

 

1865, 15 de agosto – Mikao Usui nasce em Taniai, Província de Gifu, Japão

1868 – Início da era Meiji que iria ocidentalizar o Japão

1869 – Segundo algumas fontes, Mikao Usui terá sido enviado para a Escola dum Mosteiro Tendai

1877/78 – Com a idade de 12 anos Usui terá começado a receber treino de artes marciais

1880, 15 de setembro  – Chujiro Hayashi nasce em Tóquio

1900, 24 de dezembro – Hawayo Kawamuru (futuramente Takata) nasce em Hanamaulu, Havai

19?? – Mikao Usui casa com Sadako Suzuki

1913, 23 de agosto – nasce Toshiko, filha de Mikao Usui

1914 – ano referido como o mais provável da descoberta do Reiki por Usui. Esta data é referida em dois livros japoneses e, segundo Dave King do Usui-Do, é a data citada por Tatsumi-san [que terá sido um dos estudantes de Hayashi]. Outra data referida é o ano de 1922  

1915 – é referida uma freira budista Tendai como aluna de Mikao Usui tendo permanecido com ele até 1920

1917 – Hawayo Kawamuru casa com Saichi Takata agregando o apelido Takata ao nome de nascimento

1921 – Mikao Usui terá começado a trabalhar como secretário de Goto Shinpei, diretor do Departmento de Saúde e Bem-Estar e que se tornará presidente da Câmara de Tóquio em 1922

1921, abril – acredita-se que tenha sido a data em que Usui tenha incorporado os 5 Princípios nos seus ensinamentos

1922, março – outra data apontada como possível na descoberta do Reiki, data em que Usui provavelmente teve a sua meditação de 21 dias no Monte Kurama tendo, no 21º dia, a experiência do que foi chamado Reiki. No entanto, há informações que apontam para o facto de Usui já utilizar um sistema de manipulação de energias antes desta data

1922, abril – Mikao Usui abriu o seu primeiro centro de formação em Harajuku. O seu lema era “a unidade do eu através da harmonia e do equilíbrio”

1923 – um terramoto mata milhares de pessoas e faz milhares de feridos. Usui ajuda muitos dos sobreviventes e a sua fama estende-se pelo Japão

1924, fevereiro – Usui amplia as suas instalações mudando-se para Nakano

1925, maio – Chujiro Hayashi chega ao centro de formação de Mikao Usui

1926, 9 de março – Mikao Usui viaja para Fukuyama e morre na sequência dum acidente vascular cerebral

1926 – após a morte de Usui, Chujiro Hayashi muda-se para Shina-no-Machi onde estabelece o seu centro de formação

1926/27 – o contra-almirante Jusaburo Gyuda e outros estudantes criam a "Usui Reiki Ryoho Gakkai" honrando a memória de Mikao Usui ao considerá-lo o primeiro presidente da nova sociedade

1927, fevereiro – estudantes de Usui erigem um memorial onde inscrevem alguns dados sobre a sua vida e obra

1930 – morre Saichi, o marido de Hawayo Takata

1935 – Hawayo Takata viaja para Yamaguchi no Japão na sequência da morte duma das suas irmãs e para enterrar as cinzas do marido em Kioto. Doente, é tratada por Hayashi acabando por se tornar sua discípula

1936, outubro – Takata regressa ao Havai

1937 – Hayashi viaja para o Havai onde divulga a prática de Reiki

1938, fevereiro Chujiro Hayashi certifica Hawayo Takata como “praticante e Mestre do sistema de cura de Reiki de Mikao Usui”

1940, abril – Takata viaja para Kyoto para estudar Hidroterapia

1940, 10 maio – na presença de Takata e outros estudantes, Hayashi suicida-se por recusar envolver-se na guerra iminente

1940 – Takata regressa ao Havai e começa a ensinar Reiki

1941, 7 de dezembro – ataque do Japão à base norte americana de Pearl Harbor no Havai

 

1980, 11 de dezembro – morre Hawayo Takata. Até à sua morte, forma 22 Mestres de Reiki e, ao longo do tempo, vai compondo a história da origem do Reiki e a vida do seu “fundador” com pormenores que facilitam a sua aceitação nos Estados Unidos. Muitos dos Mestres formados por Takata criaram os seus próprios sistemas introduzindo variantes

 

Ver também a Parte 1 e Parte 2

publicado por smiguelterapias às 22:17
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2012

Quem foi Mikao Usui? - a história ao gosto ocidental

No texto da semana passada dissemos que iríamos dividir a história de Mikao Usui em três partes e começámos com o texto que consta do memorial no seu túmulo.

Hoje inserimos a história que normalmente se conta incluindo os chamados cinco milagres. Esta história, com algumas variantes, decorre do que foi sendo divulgado pela senhora Hawayo Takata. Hawayo Takata, uma norte-americana de origem japonesa, foi quem divulgou o Reiki no Ocidente mas tem-se vindo a constatar que a sua versão da história de Mikao Usui e do Reiki sofre de muitas incorreções.

Para a semana vamos inserir o que os estudos e pesquisas mais recentes conseguiram determinar sobre Mikao Usui e a verdadeira história do Reiki.

 

 

Mikao Usui e a terapia Reiki

 

Parte 2

 

O doutor Mikao Usui tinha adotado o cristianismo tornando-se sacerdote e, depois, diretor duma escola católica.

No decorrer de uma discussão com os seus alunos, um deles perguntou ao mestre se ele interpretava à letra os ensinamentos da Bíblia.

Tendo este respondido pela afirmativa, os estudantes lembraram-lhe as curas miraculosas de Jesus. O estudante perguntou como explicava ele aquilo, uma vez que já não havia curadores em todo o mundo capazes dos mesmos atos. Cristo também ordenara aos apóstolos que curassem as doenças e ressuscitassem os mortos. “Se assim é, por favor, ensine-nos o método”.

Usui não soube o que dizer. Perante esta impossibilidade, demitiu-se e tomou a decisão de esclarecer este grande mistério. Ele recebera a sua instrução cristã de missionários americanos, e dado que o cristianismo era a principal religião da América, ele decidiu começar as suas pesquisas no Seminário de Teologia da Universidade de Chicago.

Após longos estudos infrutíferos, Usui tomou a decisão de voltar ao Japão na esperança de aí descobrir qualquer facto novo sobre a questão das curas espontâneas.

Foi para um mosteiro Zen onde o superior concordou que devia ser possível curar o corpo físico, como Buda o fizera. Declarou que aquilo que fora realizado numa época também tinha de ser possível noutra e convidou Mikao Usui a prosseguir as buscas no seu mosteiro.

Começou a estudar chinês, tendo em vista o aprofundamento de todos os textos dos sutras existentes nesta língua. Os resultados foram escassos, mas ele não desistiu do estudo dos sutras tibetanos. Apesar desta decisão exigir dele o conhecimento do sânscrito, retomou o trabalho com o mesmo empenho. Foi certamente pouco depois desta altura que fez uma viagem ao norte do Tibete e parece que, depois de ter acabado os seus estudos dos sutras tibetanos, Usui pensava estar na posse da verdade sobre as curas de Cristo.

Pouco depois, Usui decidiu fazer uma peregrinação à montanha sagrada (o monte Kuri Yama) onde praticaria o jejum e a meditação.

Amontoou vinte e uma pedras que lhe iriam permitir medir o tempo. Chegou assim ao vigésimo dia do seu jejum, a véspera do último dia.

De repente, viu no céu a oscilação de uma Luz, viu-a crescer na sua direção à medida que se aproximava. Recebeu a força da Luz em plena testa e julgou ter passado para o outro mundo.

Viu então milhares de bolas às cores a dançarem diante dos seus olhos; tornaram-se, a seguir, translúcidas e apercebeu-se que cada uma delas encerrava um caracter sânscrito de cor dourada e em três dimensões. Apareceram-lhe um a um, o que lhe permitiu registá-los na memória.

Impaciente por partilhar a sua experiência com o superior seu velho amigo, Mikao Usui começou a correr pela montanha. Parecia que o corpo estava mais robusto, como que rejuvenescido, coisa surpreendente depois de um longo período de jejum.

Era o primeiro milagre do dia.

Na sua precipitação, tropeçou numa pedra e feriu o dedo grande do pé. Ao querer massajá-lo para acalmar a dor, apercebeu-se que a hemorragia estancara apenas em alguns instantes e que a ferida se fechava rapidamente.

Dava-se o segundo milagre.

Ao continuar o seu caminho, chegou a uma pequena estalagem onde parou para retemperar as forças.

O estalajadeiro, ao ver o aspeto de monge e a barba hirsuta do visitante, percebeu que ele saía de um longo período de meditação e aconselhou-o a escolher uma sopa. Mas Usui declinou a oferta e pediu uma refeição normal. Depois de ficar satisfeito, sentiu-se bastante bem.

Foi o terceiro milagre.

Antes de abandonar a estalagem, a neta do estalajadeiro, que servira a refeição e cuja face estava inchada há alguns dias, teve uma violenta dor de dentes. Usui ofereceu a sua ajuda, que ela aceitou de boa vontade. Colocou as suas mãos de cada lado do rosto da jovem e rapidamente a dor e a inflamação diminuíram.

Foi o quarto milagre.

Quando, por fim, Usui chegou ao mosteiro, encontrou o superior a sofrer de uma crise de reumatismo. Mikao Usui pôs-se a contar a sua aventura, e enquanto o fazia, punha as mãos sobre as partes dolorosas do corpo dele e a dor desapareceu rapidamente, o que deixou o sacerdote estupefacto.

Foi o quinto milagre.

Após madura reflexão, Usui decidiu ir para um bairro pobre de Kyoto, para ali tratar os mendigos. Nos bairros pobres, tratou novos e velhos sem distinção. Obteve resultados notáveis e muitos ficaram totalmente curados.

Mas cerca de sete anos mais tarde, prosseguindo sempre na sua tarefa, reconheceu rostos familiares. Um homem ainda novo chamou-lhe particularmente a atenção.

- Parece-me que já nos conhecemos – disse ele.

- Com certeza – respondeu aquele – eu fui um dos seus primeiros casos de cura. Recebi um novo nome, a seguir encontrei trabalho e até me casei. Mas não consegui fazer face às responsabilidades, a vida de mendigo é muito mais fácil.

Usui encontrou outros casos análogos e encheu-se de desespero. Ao refletir, percebeu que não soubera comunicar-lhes o sentido das responsabilidades, a começar pelo da gratidão.

Foi então que ele compreendeu que toda a cura física, para ser duradoura, devia ser acompanhada de um equilíbrio psíquico e que, ao dar o Reiki indistintamente, ele não fizera mais do que reforçar as atitudes de vida dos mendigos.

Neste sentido, a importância de uma troca de energia pareceu-lhe vital. Todo o ato recebido exigia uma contrapartida sem a qual a vida era desprovida de valor.

Foi nessa altura que o Dr. Usui estabeleceu os cinco princípios fundamentais do Reiki.

Abandonou os bairros pobres de Kyoto para ensinar em todo o Japão.

Foi neste momento que os símbolos que lhe tinham sido revelados na sua visão adquiriram todo o seu sentido. Estes podiam servir-lhe para harmonizar os indivíduos, para lhes permitir assumir a responsabilidade do seu bem-estar. Ao ajudá-los a aumentar a sua energia, ser-lhes-ia possível dar um grande passo na direção do domínio de si próprios.

Depois de Usui ter refinado e aperfeiçoado o seu método, formou jovens discípulos que deveriam segui-lo nas suas deslocações.

No virar do século, pouco tempo antes da sua morte, Mikao Usui confiou ao mais devotado de entre eles, o Dr. Chujiro Hayashi, antigo oficial da marinha, a responsabilidade de perpetuar a tradição do Reiki.

 

Ver também a Parte 1 e Parte 3

publicado por smiguelterapias às 18:32
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