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S. Miguel Terapias

Somos terapeutas de Reiki, sediados perto de Almada, em Corroios, trabalhando voluntariamente em horário pós-laboral ajudando quem nos procura em busca de harmonização e equilíbrio energético.

Somos terapeutas de Reiki, sediados perto de Almada, em Corroios, trabalhando voluntariamente em horário pós-laboral ajudando quem nos procura em busca de harmonização e equilíbrio energético.

S. Miguel Terapias

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15
Abr12

O uso dos símbolos

smiguelterapias

Uma das muitas discussões em aberto sobre o Reiki, refere-se ao uso dos símbolos.

São necessários ou não?

Se eu tiver o curso de Reiki e não me lembrar de determinado símbolo não posso tratar um paciente?

Não defendemos que se deve ignorar a teoria ou os símbolos e ainda menos que se pretenda praticar Reiki sem a devida formação.

O que defendemos é que é preciso estar abertos e atentos às diferentes posturas relativamente a esta e outras matérias.

Os extremismos nunca são bons conselheiros.

Hoje propomos uma reflexão sobre um texto retirado do livro “Os símbolos do REIKI e seus ensinamentos morais” de Adilson Marques.

Cada um deve estudar e refletir e, de acordo com as suas convicções, chegar às conclusões que melhor respondam à sua maneira de estar na espiritualidade.

  

 

«Os símbolos do REIKI não são necessários para se enviar energia. Na verdade, o papel dos símbolos é o de estimular a meditação. No Oriente, os símbolos são muito disseminados com esse objetivo.

Trata-se de uma forma de concentrar o pensamento em uma realidade maior, transcendental. Assim, o mais importante é o conteúdo que o símbolo tenta transmitir-nos e não sua forma exterior, como se costuma enfatizar nos cursos modernos de REIKI. Mais importante do que a forma gráfica do símbolo é a boa vontade e o desejo real e sincero de ajudar alguém. Nada adianta, por exemplo, traçar o símbolo e durante a sessão o reikiano passar o tempo pensando: “tenho que acabar logo essa sessão. Preciso ir ao banco. Está na hora de buscar as crianças na escola, levar o cachorro no veterinário...” etc. O símbolo é impotente diante de nosso pensamento. É esse que deve ser vigiado e valorizado e não a forma do símbolo. Muitos preocupam-se se estão desenhando corretamente o símbolo. Discutem se a energia irá até o enfermo se ele errar a forma de abrir o símbolo. Todas essas preocupações são desnecessárias. Aliás, se compararmos livros e apostilas de REIKI, de diferentes mestres, veremos que os símbolos, apesar de terem os mesmos nomes, costumam ser diferentes na forma.»

 

In “Os símbolos do REIKI e seus ensinamentos morais” de Adilson Marques

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