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S. Miguel Terapias

Somos terapeutas de Reiki, sediados perto de Almada, em Corroios, trabalhando voluntariamente em horário pós-laboral ajudando quem nos procura em busca de harmonização e equilíbrio energético.

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S. Miguel Terapias

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13
Mar13

A frequência vibratória do Pai Nosso

smiguelterapias

 

O Pai Nossso é a oração mais conhecida de todo o mundo cristão. Há imensas interpretações deste texto além de inúmeras adaptações a partir do que Jesus terá ensinado.

Quem quiser recordar a abordagem anteriormente feita neste blog pode rever esta ligação: http://smiguelterapias.blogs.sapo.pt/4322.html

Hoje propomos uma abordagem diferente: a relação entre o Pai Nosso e os chacras.

Por uma questão de ética e de respeito pelo trabalho alheio devemos referir que o texto que apresentamos é baseado num outro que pode ser consultado aqui. Independentemente desta ligação cabe também referir que o texto original parece estar presente em dois livros distintos:  “Pai-nosso e os Chakras - Como Ativar os Centros de Energia Através da Prece” de Celina Fioravanti e “Biosofia - Revolução iconoclasta do terceiro milênio” de J. C. Fragomeni.

 

A oração do Pai Nosso reúne uma frequência vibracional típica da palavra falada e que, neste caso, é de oração elevada ao Bem Maior e considerada mística.

A oração do Pai Nosso pode ser considerada uma via de frequência vibratória para influir na purificação de energias, aqui relatada através da via dos chakras no corpo físico.

 

 

Resumidamente, apresentamos essa ideia:

 

 

PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS

 

 

Esta primeira afirmação consiste na chamada da energia do Alto, na entrada desta energia pelo alto da cabeça, através do plexo coronário, que, segundo os orientais, tem mil pétalas e gira com incrível velocidade.

 

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME

 

 

O Nome de Deus é impronunciável! Segundo os judeus, esse Nome só era pronunciado em determinado dia, no âmago do Santuário do Templo, pelo Supremo Sacerdote.

O nome é a essência do ser ou do objeto. O Nome de Deus é a essência de Deus – é o próprio Deus!

 

 

VENHA A NÓS O VOSSO REINO

 

 

O reino de Deus manifesta-se através do Verbo! “No início era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1, 1).

O Verbo, o Logos, o Cristo, se manifestam pela palavra. Através da palavra é que podemos materializar a energia que vem de outros níveis. O som e o Verbo manifestam-se através do Chakra Laríngeo, onde se encontra nossa capacidade de expressão pela palavra.

 

 

SEJA FEITA VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NOS CÉUS

 

 

Vemos no Evangelho que muitas vezes Jesus afirma este conceito: “Porque pensais assim em vossos corações”. Que nossos corações aceitem e entendam a “Vontade de Deus”!

Esta é a síntese da quarta petição.

 

O PÃO NOSSO DE CADA DIA DAI-NOS HOJE

 

 

A energia já se encontra em níveis vibratórios próximos à nossa consciência. De uma forma poética, o pão está representando todas as nossas necessidades de sobrevivência neste mundo.

“O pão nosso de cada dia dai-nos hoje” – não o pão do dia de amanhã: somente o de cada dia, a seu tempo.

 

 

PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES

 

 

A culpa nos prende pela emoção. A emoção é diferente do sentimento; é acompanhada de manifestações físicas (calafrios, rubores, suores, arrepios). Como é possível perdoar nossas culpas? Não é Deus que perdoa nossas culpas, somos nós mesmos! Perdoamos na medida em que nos tornamos capazes de perdoar os nossos devedores. Perdoar os nossos devedores não é uma atitude mística, e sim ética.

 

 

NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO

 

 

Não fiquemos presos às tentações do mundo. Que saibamos viver no mundo sem ficarmos presos às coisas terrenas.

 

 

E LIVRAI-NOS DO MAL

 

 

Quanto mais adiantado o homem, fazer o mal gera uma desarmonia interna que o faz sofrer. O homem está no mundo para evoluir e crescer, na compreensão deste ciclo evolutivo. Sendo mau, vai de alguma forma movimentar forças que se voltarão contra ele, não com o intuito de puni-lo, mas de educá-lo na compreensão deste ciclo evolutivo.

O mal está em não usar os “talentos” com que fomos brindados.

Com esta ultima petição, se encerra esta maravilhosa oração.

 

 

 

 

AMÉM!

 

 

A grandeza do Evangelho não está na letra morta,

mas no espírito de quem o lê.

O Evangelho é vivo!


09
Mar12

O que são os chakras? Parte 2 (continuação)

smiguelterapias

O chakra cardíaco

 

Conhecido no Oriente como Anahata (o que não soa), tem a sua simbologia relacionada ao elemento Ar. A sua vibração eletromagnética assemelha-se à da cor verde e à da nota musical F (fá). Este chakra está relacionado, sobretudo, com a harmonização e integração das nossas “sombras”. O aprendizado necessário para o harmonizar está relacionado com a resignação diante das perdas e com a vivência da compaixão. Este chakra está relacionado diretamente ao coração, aos pulmões e ao timo, glândula relacionada ao nosso sistema imunológico.

 

Quando em equilíbrio, ele gera a vontade, a alegria e a força para suportar a dor; favorece a relação amorosa com as pessoas e com o mundo circundante. A pessoa passa a viver o amor incondicional, a compaixão e torna-se altruísta. É capaz de libertar-se do pensamento dualista e dos apegos. Possibilita, também, integrar as forças inferiores dos chakras já descritos com os superiores, que veremos adiante.

 

Em integração com o plexo solar, estimula o bom funcionamento dos sistemas endócrinos, favorecendo a absorção de proteínas, sais minerais e de vitaminas pelo corpo físico; harmoniza as ondas cerebrais, favorecendo a memória. Porém, quando ambos se encontram em desequilíbrio, obscurecem a emoção, causam entorpecimento intelectual, agitação, mudança brusca de humor, enfraquecimento da memória. Podem gerar problemas nos pulmões e no coração, aumentando a tendência para osteoporose (sobretudo em mulheres) e o enfraquecimento do sistema imunológico.

 

Sentimentos e atitudes que atrapalham o bom funcionamento destes dois chakras costumam ser: o orgulho, a agressividade, o egoísmo, a ambição, o desejo de mudança pela mudança, o radicalismo político ou religioso, o fanatismo, a tendência em julgar de forma parcial ou apaixonada, a tendência ao conflito, etc.

 

Para harmonizar tais chakras, devemos buscar o autoconhecimento, evitando o excesso de instabilidade emocional. Praticar meditação ou buscar concentrar-se num objetivo de cada vez ajuda também a reequilibrá-los.

 

O chakra laríngeo

 

Conhecido no Oriente como Vishudha (limpeza), possui a sua simbologia associada ao elemento éter. A sua vibração eletromagnética assemelha-se à da cor azul e à da nota G (sol). A comunicação, a criatividade e a clariaudiência são “temas” relacionados com esse chakra. O aprendizado necessário para o seu bom funcionamento está em expressar com segurança as emoções e os pensamentos.

 

Este chakra controla o funcionamento das glândulas tiroides e paratiroides e também a garganta, os brônquios, os pulmões, a faringe e os ouvidos. Está relacionado com a nossa expressão verbal e vocal, com a comunicação e com os mecanismos da clariaudiência.

 

O chakra frontal

 

Na verdade existem dois chakras muito próximos: o frontal (na testa) e o “terceiro olho” (entre as sobrancelhas). Neste livro, por razões didáticas, trataremos como se fossem apenas um. É conhecido no Oriente como Ajna (o comando), não está associado a nenhum elemento mas à dualidade primordial. A sua vibração eletromagnética é similar à da cor índigo ou violeta e à da nota A (lá). Está relacionado diretamente à mente não racional (intuição) e à clarividência.

 

Ele favorece, diretamente, o funcionamento da glândula pituitária, da pineal, o do sistema nervoso e, de certa forma, do cérebro. Costuma ser chamado de “chakra mestre”, uma vez que dirige e controla os demais chakras e as glândulas endócrinas correspondentes. Este chakra também está relacionado aos olhos e ao nariz.

 

Equilibrado, permite a integração dos dois hemisférios cerebrais além de estimular a hipófise e o sistema endócrino.

 

Os chakras laríngeo e frontal quando equilibrados, refletem-se em alegria, em comedimento, em gestos delicados e harmoniosos, em julgamentos moderados, inteligentes e racionais. Porém, em desequilíbrio, ocasionam a queda de cabelo, o odor ocre na cabeça, boca e axilas, a agressividade e os julgamentos contundentes, a histeria, o egocentrismo intelectual, a esquizoidia, a personalidade paranoide e o abstracionismo excessivo. Podem também favorecer a fuga da realidade material, a inflamação da garganta e a sonolência.

 

Os sentimentos e valores que costumam gerar desequilíbrios nestes chakras são, essencialmente, o orgulho, a prepotência e o materialismo.

 

 

Texto adaptado de "Os símbolos do Reiki e seus ensinamentos morais" de Adilson Marques

 

(Continua em Parte 3)  (Anterior em Parte 1)

04
Mar12

O que são os chakras? - Parte 1

smiguelterapias

 

Trata-se de campos de energia localizados em nossos corpos subtis e que possuem diversas funções. Entre elas, a mais importante é a de produzir atividades psíquicas. Cada chakra possui uma vibração eletromagnética específica.

 

Cada um dos sete chakras principais funciona como uma antena recetora que capta vibrações macrocósmicas. Todas elas nos influenciam mas, de acordo com o momento existencial e cármico de cada pessoa, uma vibração ou outra poderá estar mais ativada pois um vetor se encontra mais dinamizado do que outros.

 

Os chakras quando se encontram distorcidos ou deformados adquirem, segundo os videntes, uma cor cinza que os impedem de funcionar perfeitamente, alterando profundamente a sua produção psíquica. Tais “aderências” são frutos do pensamento negativo, de sentimentos deletérios ou de atitudes doentias. É claro que se trata de uma relação recursiva. Em outras palavras, um chakra desequilibrado estimula pensamentos negativos e sentimentos inferiores e vice-versa.

 

O verdadeiro Mestre orienta e vigia o seu discípulo no processo de atualização dessa energia, enfatizando sempre a dimensão moral e a prática da caridade para que tal energia não seja mal canalizada, pois todos colhem o que semeiam.

 

Veremos, a seguir, cada um destes chakras.

 

O chakra básico

 

Conhecido no Oriente como Muladhara (alicerce), possui a sua simbologia associada ao elemento Terra. A sua vibração eletromagnética assemelha-se à da cor vermelha e à da nota musical . O seu funcionamento está relacionado aos padrões ou aos instintos de sobrevivência, tanto mental como físico ou emocional. Os medos, sobretudo o da morte, podem desregulá-lo.

 

Devido ao paradoxo vivido entre os estímulos eróticos vendidos pela mídia em geral e o puritanismo das religiões cristãs, a maioria das pessoas, no Ocidente, possui bloqueios neste chakra. Tais bloqueios refletem-se em enfermidades somatizadas na região genital ou mesmo nos pés e nas pernas. Emocionalmente, tais bloqueios podem levar também ao fanatismo religioso, manifesto quase sempre de forma violenta e raivosa, devido à frustração sexual.

 

Este chakra localiza-se na base da coluna e é responsável pela energização de todo o corpo físico. Ele controla também o funcionamento das glândulas suprarrenais. Quando o chakra básico se encontra saudável, a pessoa assemelha-se a uma árvore que possui raízes sólidas, capazes de a sustentar para que possa alcançar as esferas superiores.

 

O chakra umbilical

 

Conhecido no Oriente como Svaddhisthana (a morada), está associado simbolicamente ao elemento Água. A sua vibração eletromagnética assemelha-se à da cor laranja e à da nota musical . O seu funcionamento está relacionado diretamente com a nossa identificação com o corpo físico e com a polarização sexual. Quando em desarmonia, pode ocasionar medo, insegurança, desejo sexual irresistível. É importante salientar que o inverso também é verdadeiro: o medo pode acarretar desarmonia neste chakra.

 

Este chakra controla a energia dos órgãos sexuais e da bexiga. Quando se encontra equilibrado, a pessoa torna-se capaz de participar dos jogos sociais sem ansiedade. As suas respostas são, emocional e fisicamente, estruturadas e estáveis; longe, portanto, da histeria emocional e estabelecendo relações sociais saudáveis.

 

É impossível listar ou fazer uma relação rigorosa dos problemas que surgem com o desequilíbrio nestes dois chakras. Em cada pessoa o processo de desequilíbrio será diferente, devendo levar-se em consideração o carma e o estilo de vida adotado na atual encarnação. Sem falar que existe, como vimos acima, uma relação recursiva entre a “causa” e o “efeito”. Mas, em linhas gerais, podemos afirmar que o equilíbrio energético nesses dois chakras auxilia o corpo físico a tornar-se firme e estável e sem problemas nas articulações. Diminui a incidência de problemas de pele, tornando-a brilhante. Favorece a longevidade, a constância e a segurança, como também a persistência e a resignação.

 

Em desequilíbrio (excesso ou falta de energia), podem ocasionar problemas psicossomáticos diversos, tais como:

 

- Avidez e descontrole sexual,

- Masculinização da mulher,

- Dificuldades de raciocínio,

- Sexo sem afetividade,

- Depressão,

- Somatização de doenças ligadas aos ovários, próstata, intestinos, rins, bexiga, pernas,

- Indigestão,

- Perda da memória,

- Diminuição da sensibilidade corporal.

 

Normalmente, os pensamentos, sentimentos e atitudes que colaboram para o desequilíbrio nesses dois chakras são, entre outros:

 

- A tendência a guardar mágoas e ódios,

- A dificuldade ou medo de tomar decisões ou executar tarefas,

- Fugir dos compromissos,

- A dificuldade em aceitar mudanças, sobretudo de ordem moral,

- O conservadorismo religioso,

- O pavor de novidades (defesa intransigente de “purezas” doutrinárias ou ideológicas) que levam ao fanatismo,

- A teimosia,

- A possessividade,

- O Ciúme, etc.

O Plexo Solar

 

Conhecido no Oriente como Manipura (o centro). Está associado simbolicamente ao elemento Fogo. A sua vibração eletromagnética assemelha-se à da cor amarela e à da nota musical mi. Este chakra sofre as consequências das emoções mais poderosas tais como a raiva, a frustração, a preocupação, a excitação, etc. O reequilíbrio deste chakra passa, necessariamente, pela aprendizagem espiritual, ou seja, pela aquisição do sentido de responsabilidade e pelo aperfeiçoamento moral.

 

Este chakra está relacionado diretamente ao funcionamento do pâncreas, do fígado, do estômago, do intestino grosso, do diafragma e de parte do intestino delgado. O coração também pode ser afetado por este chakra.

 

Ele é considerado o centro porque é o locus de compensação energética, uma vez que boa parte da energia (prâna) proveniente dos chakras inferiores passa por ele antes de atingir os superiores e vice-versa. Ao energizar este chakra, todo o corpo costuma ser fortalecido. Vários exercícios de meditação em movimento que aprendemos com a espiritualidade terminam com o praticante impondo as mãos sobre este chakra.

 

Quando em equilíbrio, ele permite dirigir o ego com firmeza e gentileza.

 

Desequilibrado, pode gerar o intelectualismo estéril, postura crítica, punitiva e vingativa, etc.

 

 

Texto adaptado de "Os símbolos do Reiki e seus ensinamentos morais" de Adilson Marques

 

(Continua em Parte 2)

 

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